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Segurança do paciente: foco nas melhores práticas de gestão

Por André Machado Júnior – CEO da AsQ Saúde

De acordo com levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), publicado no último ano, as internações são responsáveis pelo maior peso na composição do índice de variação de custos médico-hospitalares (VCMH), respondendo por 61%. Ainda em 2019, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), divulgou que no ano de 2018 o setor registrou mais de 8 milhões de internações, resultando em mais de  R$ 67  bilhões em gastos para o segmento. 

A segurança do paciente

E como está a segurança do paciente? Será que estamos olhando para isso com a frequência necessária? Para responder essa pergunta, não poderia deixar de citar que ontem, dia 17 de setembro de 2020, foi celebrado o Dia Mundial da Segurança do Paciente. Tema que tem toda relação com esse conteúdo. Eu resgatei e citarei aqui o seguinte parágrafo da Declaração conjunta sobre o Dia Mundial da Segurança do Paciente “Neste ano, em que o mundo está enfrentando a emergência sanitária da pandemia da SARS-CoV-2, a OMS, através de seus estados membros, lançará uma campanha mundial com o tema “Segurança do trabalhador da saúde: uma prioridade para a segurança do paciente”.  A campanha está corretíssima e indo ao encontro do que ouvimos muito e, que acredito, temos que praticar como uma rotina. Hora, para cuidar dos outros, precisamos cuidar de nós mesmos. O mesmo serve como rito nas empresas. No caso da área da saúde, para garantirmos a segurança, precisamos que os profissionais de saúde estejam seguros e que a atenção seja destinada, também, para eles. Afinal, é por meio dos profissionais de saúde que atuamos no cuidado com os beneficiários e também é por meio dos profissionais de saúde que podemos estimular, de forma técnica, a segurança do paciente.

A gestão de saúde do paciente internado 

Como podemos, por exemplo, gerar sustentabilidade para o setor de saúde privado e entregar mais valor em saúde para todos os envolvidos? o foco na segurança do paciente pode nos auxiliar nisso? 

Trago abaixo formas de atuação que vivenciei por onde passei e que me apoiaram na gestão de saúde do paciente internado. O modelo de atenção em saúde para os pacientes internados, focado no cuidado, na geração de valor, na alta segura e na atuação conjunta com o prestador de serviço é o melhor conjunto de soluções para promover a atenção em saúde adequada. O “quadripé” Beneficiário, Operadora de Saúde, Prestador de Serviço e Profissional de Saúde é fundamental nesse cuidado e na melhor estratégia de atenção a ser adotada, a partir do momento que o beneficiário precisa se submeter a um procedimento que precise de internação.

Quando um beneficiário precisa de uma internação, por exemplo, é fundamental ter uma equipe focada na segurança do paciente para realizar o devido acompanhamento. O desenho de critérios de elegibilidade, pela equipe técnica, orienta o melhor caminho a ser seguido, a quantidade de visitas e acompanhamentos a serem realizados e quais os profissionais que precisam, imediatamente, estar com o beneficiário no momento da internação. Mas o critério de elegibilidade serve apenas como um norte, e cabe ao profissional de saúde modificá-lo na medida que entende melhor a situação do beneficiário e o melhor plano de cuidado a ser seguido. 

O olhar continuado para a segurança do paciente precisa existir desde a entrada no hospital, quando falamos de paciente internado. Seguir com as metas internacionais de segurança do paciente, por exemplo, é essencial. Assim, focar na identificação correta dos pacientes, na comunicação efetiva, na melhora da segurança dos medicamentos de alta vigilância, na cirurgia segura, na redução do risco de infecções associadas aos cuidados em saúde e na prevenção de danos decorrentes de quedas é um belo começo. 

Trabalhar com protocolos de visitas, com questões que devem ter atenção máxima, baseando-se em históricos decorridos da mesma intervenção realizada e respeitando a condição de saúde da pessoa. Além disso, usar a tecnologia que por meio de algoritmos vai gerar predição, registrar nos prontuários as condições e discussões realizadas com a equipe assistencial e ainda ocasionar o melhor plano de alta segura. Esass são questões essenciais para melhorar a segurança do paciente e gerar mais sustentabilidade no setor.

A equipe

Mas quais profissionais precisam estar na equipe de Auditoria do Cuidado que atuará diretamente na Gestão do Paciente Internado? Existe alguma comprovação dos benefícios trazidos por esse acompanhamento? Que resultados esperar?

A equipe de Gestão do Paciente Internado precisa ser composta por médico, enfermeiro, nutricionista e administrativo para apoio aos profissionais. Como resultados, citarei alguns que presencio na AsQ Saúde, como redução do tempo médio de internação, redução de reinternação por ausência de plano de alta segura bem desenhado, melhora na qualidade da assistência gerada pela discussão conjunta entre todos os agentes envolvidos nesse processo, dentre outros. 

Aqui na AsQ Saúde, temos um núcleo que trabalha exclusivamente com a segurança do paciente, que está vinculado a Gestão do Paciente Internado. Realizamos, desde a entrada do paciente no hospital até sua alta, com foco na segurança e avaliação da qualidade de assistência. Quando há necessidade de internação em domicílio, avaliamos o prestador mais adequado ao paciente, realizando o acompanhamento no domicílio. Quer saber mais? Clique aqui!

 

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